Consultas clínicas
33%- Dermatologia169
- Geriatria76
- Hepatologia72
- Consultas cirúrgicas52
- Pediatria51
- Ginecologia 12
Graças a você, fizemos 74% mais atendimentos do que o previsto
Valor dos serviços doados nesta expedição: horas efetivamente dedicadas × valor de mercado da especialidade, informado pelo próprio voluntário ou, na falta, a média de mercado — a metodologia da nota 11 das demonstrações auditadas. Valores em reais.
De 21 a 30 de junho de 2024, a cidade de Belterra foi palco de uma importante expedição médica, reunindo especialistas de diversas áreas para oferecer atendimento de qualidade à população local. Entre as especialidades presentes, destacam-se Endoscopista, Ultrassonografista, Dermatologista, Cirurgião, Ginecologista e Pediatria.
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Fomos assertivos no tratamento de diabetes, ajustes de medicação para hipertensão e lesões de pele. — Louise Montesanti, médica geriatra e voluntária da ONG Zoé
Durante a expedição, levamos atendimento médico aos indígenas na Floresta Nacional do Tapajós. Os voluntários realizaram 78 atendimentos, incluindo 43 consultas clínicas nas especialidades de dermatologia, geriatria, pediatria e clínica geral, além de 35 avaliações laboratoriais com 105 exames.
Recebemos uma doação de 200 kits de higiene bucal da Odontoprev. Os kits foram distribuídos no Hospital Municipal de Belterra, na aldeia indígena Bragança e na comunidade ribeirinha de Jamaraquá.

Adriel precisava retirar a vesícula. Era o número 1.685 na fila do SUS e já não conseguia brincar. Sua mãe, Nikita, viu na televisão que a Zoé estava no Hospital de Belterra e foi até lá sem garantia nenhuma. A equipe se mobilizou e Adriel foi operado naquela expedição. A cada expedição, ouvimos dezenas de histórias como a de Adriel. Para quem espera há anos, uma cirurgia simples devolve muito mais que a saúde: devolve o brincar, o trabalho, o sono e a vida que ficou em pausa.

Vandressa França começou a sentir dores abdominais diárias e, após uma tomografia, descobriu que tinha pedras na vesícula. Na UPA de Santarém, informaram que ela teria que esperar de seis meses a um ano para ser operada no hospital municipal. Desesperada, ela não sabia como viveria tanto tempo com dor e cogitava até mesmo trancar a faculdade por causa disso. Ao entrar no Instagram, Vandressa viu que a Expedição da Zoé seria no fim de junho e correu para se inscrever. Ela conseguiu marcar uma avaliação com o Dr. Marcelo Averbach, que explicou os riscos da cirurgia e a falta de UTI no hospital. Ele prometeu dar uma resposta até o fim do dia e, para sua felicidade, ela foi chamada para operar. No dia da cirurgia, o Dr. Marcelo e a anestesista, Dra. Beatriz Santanna, foram extremamente cuidadosos e atenciosos. A cirurgia foi complicada e demorou mais do que o previsto, mas foi um sucesso. Vandressa ficou imensamente grata aos médicos pelo cuidado e dedicação. Vandressa também agradeceu a todas as pessoas que ajudam a ONG Zoé a continuar seu trabalho na região. Graças às doações, colaboradores e voluntários, o trabalho continua salvando vidas como a dela. "Muito obrigada!", concluiu Vandressa.




Qualquer valor. Pause ou cancele quando quiser, pelo portal do doador.
Doadores mensais são a base que permite planejar as expedições com antecedência.


