
Na Amazônia, uma hérnia ou uma pedra na vesícula doem por anos à espera de um hospital a horas de barco. Nós levamos o centro cirúrgico até lá.
Próxima expedição: 28/nov a 6/dez de 2026, Belterra/PA
Adriel já não conseguia brincar de tanta dor. Precisava retirar a vesícula, mas era o número 1.685 na fila do SUS.
Sua mãe, Nikita, viu na televisão que a Zoé estava no Hospital de Belterra e foi até lá sem garantia nenhuma. A pediatra Drª Maria Zilda encaminhou o caso, a equipe se mobilizou e Adriel foi operado naquela expedição.
Histórias como essa são a regra a cada expedição. Para essas pessoas, a cirurgia não é um procedimento. É voltar a brincar, a trabalhar, a dormir, a viver sem esperar.
Desde 2020, levamos equipe completa e todo o material para operar em hospitais municipais e territórios indígenas da Amazônia.
Voltar sempre, ao mesmo lugar, até que a fila deixe de existir.
Anos de dor para carregar peso. Uma tarde para resolver.
Em quem vive de roça, pesca e carrega peso, a hérnia cresce, dói e pode estrangular — uma emergência a horas de barco do hospital. A pedra na vesícula causa crises de dor e infecções graves. São as cirurgias mais frequentes do programa: 310 desde 2020, com alta em um ou dois dias.
Sangramento, dor e vergonha que ninguém deveria carregar em silêncio.
Miomas, cistos e prolapsos afetam mulheres por anos, sem ginecologista por perto: anemia, dor constante, dificuldade para trabalhar e cuidar dos filhos. Operamos com equipe feminina sempre que possível, com consulta e ultrassom antes.
Um nódulo no pescoço que cresce por dez anos até apertar a garganta.
Nódulos que crescem sem acompanhamento apertam a traqueia, dificultam engolir e respirar e podem esconder um câncer. A cirurgia exige cirurgião especializado, anestesia segura e ultrassom — recursos que não existem a horas de rio. Levamos a equipe completa.
Sob o sol da Amazônia, uma mancha ignorada pode ser um câncer de pele.
Décadas de sol no rio e na roça, sem nunca ver um dermatologista. Lesões suspeitas, cânceres de pele iniciais e cistos são retirados no mesmo dia, em procedimentos ambulatoriais: 295 cirurgias desde 2020.
Todos os casos passam por triagem e avaliação pré-operatória semanas antes da expedição.
Mensal no cartão, sem fidelidade. Única por Pix, cartão ou boleto.
A Zoé só volta porque tem quem sustenta o programa todo mês.
Guardiões recebem o relatório de cada expedição primeiro e são convidados para os eventos.
Contas auditadas pela BDO · Selo Doar A+ em Gestão e Transparência · Relatório de impacto por e-mail após cada expedição · CNPJ 43.982.556/0001-33
Patrocine uma frente cirúrgica ou a expedição completa, com relatório de impacto próprio e presença em eventos.
Andreia Laplana, diretora executiva: andreia@ongzoe.org
144 instituições parceiras, entre elas Faculdade Sírio-Libanês, HC-FMUSP, Fundação Salvador Arena e SESAI/DSEI.
Transparência (último relatório auditado) →Cirurgias eletivas de pequeno e médio porte que podem ser realizadas com segurança em hospital municipal e têm recuperação previsível: cirurgias gerais (hérnia e vesícula), ginecológicas, de cabeça e pescoço (tireoide) e dermatológicas. Casos que exigem UTI ou alta complexidade são encaminhados à rede de referência.
A fila é organizada em conjunto com a Secretaria Municipal de Saúde e o hospital local, a partir da demanda já registrada no SUS. A Zoé avalia cada caso no pré-operatório.
O pós-operatório imediato é acompanhado pela equipe em campo; o seguimento fica com a rede local, com orientação da Zoé e canal direto para dúvidas. Em Belterra, a Zoé mantém presença contínua por meio dos outros programas e da filial aberta no Hospital Municipal em 2026.
Vai para o Programa Cirúrgico Tapajós: o que torna cada expedição cirúrgica possível — logística, insumos, medicamentos, exames, hospedagem da equipe e estrutura. Os voluntários não recebem. As contas da Zoé são auditadas pela BDO e publicadas.
Guardiões recebem o relatório de cada expedição antes de todo mundo, participam de uma conversa online por semestre com a equipe cirúrgica e são os primeiros a saber das datas. E podem cancelar quando quiserem, sem fidelidade.
Sim. Até 6 de dezembro de 2026, tudo o que entrar por esta página vai para a 55ª expedição, em Belterra, dentro da campanha “O Último Presente do Ano”. O que exceder o custo dela fica no Programa Cirúrgico Tapajós e garante a expedição de junho.