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    Um pai com os dois filhos pequenos em Belterra, no Baixo Tapajós
    ONG ZoéPrograma Cirurgia na Floresta

    Uma cirurgia se opera em algumas horas. Na Amazônia, a espera leva anos.

    Vesícula, tireoide, miomas, lesões de pele: cirurgias simples esperam anos. Enquanto isso, a vida para: o trabalho, o sono, a família. Nós levamos o centro cirúrgico até lá.

    Próxima expedição: 28/nov a 6/dez de 2026

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    Nikita, mãe de Adriel, com voluntários da ONG Zoé ao lado do leito onde Adriel se recupera, no Hospital Municipal de Belterra
    História real

    Adriel era o número 1.685 da fila. Em Belterra, saiu dela.

    Adriel precisava retirar a vesícula. Era o número 1.685 na fila do SUS e já não conseguia brincar.

    Sua mãe, Nikita, viu na televisão que a Zoé estava no Hospital de Belterra e foi até lá sem garantia nenhuma. A equipe se mobilizou e Adriel foi operado naquela expedição.

    A cada expedição, ouvimos dezenas de histórias como a de Adriel. Para quem espera há anos, uma cirurgia simples devolve muito mais que a saúde: devolve o brincar, o trabalho, o sono e a vida que ficou em pausa.

    Quem a gente atende

    Famílias que moram a horas de qualquer hospital.

    Idosa sentada em rede na varanda de casa, em comunidade ribeirinha do Tapajós
    Paciente e acompanhante em frente ao hospital municipal, antes da consulta
    Paciente de avental cirúrgico esperando a cirurgia em expedição da ONG Zoé
    Casal atendido pela ONG Zoé na varanda de casa, em comunidade do Baixo Tapajós

    O que a Zoé já fez

    850
    pessoas operadas desde 2020
    166 hérnias · 144 vesículas · 295 dermatológicas · 44 ginecológicas e outras
    Adriel foi um deles. Leia a história →
    30.214
    pessoas atendidas pela Zoé desde 2020
    53
    vezes que a equipe voltou à Amazônia
    487
    voluntários que não recebem nada por isso
    O Último Presente do Ano · 55ª expedição · 28/nov a 6/dez
    Até 6 de dezembro de 2026, cada doação desta página entra na 55ª expedição, em Belterra.
    Doar agora

    O que operamos — e por que isso muda uma vida

    Cirurgias gerais: hérnia e vesícula

    Sem poder carregar peso, quem vive da roça e da pesca para de trabalhar por anos.

    Entenda a cirurgia

    Em quem vive de roça, pesca e carrega peso, a hérnia cresce e pode estrangular — uma emergência a horas de barco do hospital. A pedra na vesícula causa crises repetidas e infecções graves. São as cirurgias mais frequentes do programa: 310 desde 2020.

    Cirurgias ginecológicas

    Anos de sangramento e anemia, sem forças para trabalhar e cuidar dos filhos.

    Entenda a cirurgia

    Miomas, cistos e prolapsos afetam mulheres por anos, sem ginecologista por perto: anemia, dor constante, dificuldade para trabalhar e cuidar dos filhos. Operamos com equipe feminina sempre que possível, com consulta e ultrassom antes.

    Cirurgias de cabeça e pescoço: tireoide

    Um nódulo no pescoço que cresce por dez anos até apertar a garganta.

    Entenda a cirurgia

    Nódulos que crescem sem acompanhamento apertam a traqueia, dificultam engolir e respirar e podem esconder um câncer. A cirurgia exige cirurgião especializado, anestesia segura e ultrassom. Levamos a equipe completa.

    Cirurgias dermatológicas

    Sob o sol da Amazônia, uma mancha ignorada pode ser um câncer de pele.

    Entenda a cirurgia

    Décadas de sol no rio e na roça, sem nunca ver um dermatologista. Lesões suspeitas, cânceres de pele iniciais e cistos são retirados no mesmo dia, em procedimentos ambulatoriais: 295 cirurgias desde 2020.

    Todos os casos passam por triagem e avaliação pré-operatória semanas antes da expedição.

    Para empresas

    Patrocine uma frente cirúrgica ou a expedição completa, com relatório de impacto próprio e presença em eventos.

    Andreia Laplana, diretora executiva: andreia@ongzoe.org

    Por que confiar

    • Auditoria BDO 2024 e 2025
    • Selo Doar A+ Gestão e Transparência
    • Prêmio Humanizar Saúde — Teva Brasil 2024
    • Prêmio Veja Saúde 2025
    • ORG Impact Awards 2024
    • Top-Ranked Organization GlobalGiving 2025

    144 instituições parceiras, entre elas Faculdade Sírio-Libanês, HC-FMUSP, Fundação Salvador Arena e SESAI/DSEI.

    Transparência (último relatório auditado) →
    Voluntária da ONG Zoé e moradora de Belterra conversando lado a lado

    A espera só acaba com quem volta

    No Tapajós, uma cirurgia simples pode levar anos para acontecer. Sua doação encurta essa espera.

    Quero doar

    Perguntas frequentes

    Que tipo de cirurgia o Programa Cirurgia na Floresta faz?

    Cirurgias eletivas de pequeno e médio porte que podem ser realizadas com segurança em hospital municipal e têm recuperação previsível: cirurgias gerais (hérnia e vesícula), ginecológicas, de cabeça e pescoço (tireoide) e dermatológicas. Casos que exigem UTI ou alta complexidade são encaminhados à rede de referência.

    Quem escolhe os pacientes?

    A fila é organizada em conjunto com a Secretaria Municipal de Saúde e o hospital local, a partir da demanda já registrada no SUS. A Zoé avalia cada caso no pré-operatório.

    E depois que a equipe vai embora?

    O pós-operatório imediato é acompanhado pela equipe em campo; o seguimento fica com a rede local, com orientação da Zoé e canal direto para dúvidas. Em Belterra, a Zoé mantém presença contínua por meio dos outros programas e da filial aberta no Hospital Municipal em 2026.

    Minha doação vai só para cirurgias?

    Vai para o Programa Cirurgia na Floresta: o que torna cada expedição cirúrgica possível — logística, insumos, medicamentos, exames, hospedagem da equipe e estrutura. Os voluntários não recebem. As contas da Zoé são auditadas pela BDO e publicadas.

    Posso doar para uma expedição específica?

    Sim. Até 6 de dezembro de 2026, tudo o que entrar por esta página vai para a 55ª expedição, em Belterra, dentro da campanha “O Último Presente do Ano”. O que exceder o custo dela fica no Programa Cirurgia na Floresta e garante a expedição de junho.

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